Já se foi o tempo dele batalhar
Não transforme em clara à hora de ele acordar!
Sem medo, sem dó.
Quem sabe não restará nada?
Não acorde o gladiador
Já se foi o tempo dele batalhar!
Este é o sangue
Este sangue é meu
O ser soeu e tudo que sou se reflete em min eu não consigo ver
Mas eu nada sou?
A destruição do meu habitat natural
A reconstituição de uma massa encefálica espatifada
O tudo e o nada
E a vista de quem nada ver
Este é o sangue
Este sangue é meu!
Há um grito,
Uma suplica!
Na imensidão do escuro,
Ainda tem alguém que quer sua morte
E eu me lembro de seu falecer.
Já te definiram com palavras poucas
E até palavras mortas
Você procura respostas.
Mas não a acredito ter vindo aqui buscando entender algo!
Não interrompa o ciclo isso é apenas uma fabula!
Então se amanhã for domingo
Quer dizer que nada disso tem sentido!
Quem me ouviu passar
Não foi quem me viu escrever
Quem me sentiu chorar
Não foi quem me consolou
Quem ganhou meu coração chora sem razão
Não tente achar a solução!
Hoje em dia é tudo sem porque,
Querer-te, te dizer:
Que todos aqueles que te sorriam.
Sorriam por fazer,
Por dizer!
E nada
Por nada
De nada...
(Paulo Henrique A.)
A sua felicidade é minha pseudo-alegria
Agora minha vida se arrasta nesta constante agonia
O tempo passa e as horas se alastram formando a rotina de meus dias!
Eu sei que não, mais deveria te dizer que sim!
De seu caminho eu saio só não passe por cima de mim
Ao menos sonhos eu tinha
Penso em como te dizer sim e se deveria
Hoje é um dia ruim
Antes do começo já estou no fim, e não acho isso bom!
Antes de acordar não saia de perto de mim
Não quero levantar
O dia não estar bom para sair!
Paulo Henrique A.
È só mais um bem dizer.
Que de palavras fáceis
Gera tudo o que você pensou.
Que de um ponto livre suspenso onde alguém pulou,
E se fez cantar
Tudo o que você já cantou.
Como algo ritmado e com esse cheiro de ferro que você disseminou.
Me fez sentir algo mais brando e duradouro,
Diferente do algo que você pensou!